sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mercado Municipal de Santarém

Mercado Municipal
Foi inaugurado em 1930, o Mercado Municipal de Santarém foi edificado segundo o projecto do Arquitecto Cassiano Branco, numa fase precoce da sua carreira, ainda distante do modernismo que posteriormente viria a marcar decisivamente a sua obra. A área central do mercado apresenta uma estrutura em ferro à vista o que contrasta com a decoração exterior das fachadas, em alvenaria, onde predominam os motivos da arquitectura tradicional.



Os painéis de azulejos nas fachadas representam actividades da região e a venda junto ao mercado.
Para além da beleza arquitectónica aqui encontrará peixe fresco, fruta e legumes frescos provenientes da região.
O edifício é em forma quadricular, em volta dos feirantes há várias lojas, talhos e cafés que dão acesso ao interior e exterior do mercado.
O mercado hoje funciona há meio gás, devido a grande quantidades de superfícies comerciais, esta actividade comercial está a desaparecer.
Já existe muitos projectos para aquele espaço, em alguns desses projectos é ter ali um posto do turismo, comércio e produção de artesanato com um horário de funcionamento alargado.

Presídio de Santarém

Estabelecimento Prisional de Santarém encerrou no ano de 2007.
O Estabelecimento Prisional de Santarém encerrou, no âmbito da reforma do sistema prisional, fonte do Ministério da Justiça.

No âmbito da reforma do mapa prisional, que prevê o encerramento e a construção de novos estabelecimentos prisionais, o Ministério da Justiça decidiu encerrar o Estabelecimento Prisional de Santarém, que se encontra situado no centro da cidade.



Fonte: Diário Digital

Comemorações do dia 10 de Junho, Dia de Portugal

O inicio do mês de Junho de 2009, ficou marcado na memória dos presentes.
A cidade de Santarém já conta com 830 anos, e mesmo velhinha foi palco de uma mega enchente de pessoas da qual nunca se tinha visto nestas últimas geraçoes.

Comemorações do dia 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas pautadas pelo êxito
No âmbito das comemorações do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, foram desenvolvidas diversas actividades complementares, promovidas pela Câmara Municipal de Santarém, e actividades militares, levadas a cabo pelas Forças Armadas.

O requalificado Jardim da República acolheu durante seis dias actividades militares.
Santarém viveu um periodo de festas inaugurações e informaçoes sobre diversos temas culturais e políticos.

EPC Santarém



A Escola Prática da Cavalaria foi Criada em 1890, a EPC começou por ser instalada em Vila Viçosa, de onde saiu em 1900 para Torres Novas. Em 1955 o quartel foi transferido para Santarém, ocupando os edifícios militares que já haviam servido para acolher estruturas de Infantaria, Caçadores e Cavalaria.

A Câmara Municipal de Santarém, liderada por Francisco Moita Flores, tem assegurado que a última palavra sobre o uso a dar a esta zona é sua, não escondendo o seu interesse no espaço que está ligado à “Revolução dos Cravos”.

Foi do Quartel de S. Francisco que, na madrugada de 25 de Abril de 1974, partiu a coluna liderada por Salgueiro Maia que marchou sobre Lisboa, desempenhando papel fundamental na revolução que acabou com o regime do Estado Novo.

O quartel faz parte do conjunto do extinto Convento de S. Francisco, fundado por D. Sancho II em 1242, monumento que acolheu a cerimónia de juramento de D. João II em 1477.

A intenção de transferir a EPC de Santarém para Abrantes remontava ao ano 2000, no quadro do projecto de reorganização das escolas práticas do Exército.


O Quartel de S. Francisco, uma área de 30 hectares situada numa zona nobre da cidade de Santarém, acolheu, entre 1955 e o final de 2006, a Escola Prática de Cavalaria (EPC), entretanto foi transferida para o Quartel do Regimento de Infantaria de Abrantes.






Ver mais em: Arca do Ribatejo.

Largo Cândido Reis

Espaço ajardinado Salgueiro Maia

Do estaleiro municipal à homenagem do Presidente da República



Imagem foi resgatada do estaleiro municipal por Moita Flores e colocada no Jardim dos Cravos, construído para receber a evocação do Capitão de Abril em condições condignas.
Ver em notícia em o Mirante

Sobre Santarém

Santarém, antiga Scalabis, foi conquistada em 1147, por D. Afonso Henriques. Num golpe audacioso, perpetrado durante a noite, a cidade caiu na posse de um escasso exército reunido pelo Rei de Portugal.



Esta cidade muito antiga terá sido contactada por Fenícios, Gregos e Cartagineses. A fundação da cidade de Santarém reporta à mitologia greco-romana e cristã, reconhecendo-se nos nomes de Habis e de Irene, as suas origens míticas. Os primeiros vestígios documentados da ocupação humana remontam ao século VIII a.C..



A população do povoado teria colaborado com os colonizadores romanos, quando estes aportaram à cidade em 138 a.C. e a designaram como Scalabis. Durante este período tornou-se no principal entreposto comercial do médio Tejo e num dos mais importantes centros administrativos da província Lusitânia. Dos romanos recebeu o nome de Scalabi Castro.



Com as invasões dos Alanos e dos Vândalos passou a ser designada por Santa Irene.

Passou para a posse dos mouros em 715, vindo a ser conquistada pelo conde D. Henrique, para de novo voltar à posse dos mouros, em 1110, até que D. Afonso Henriques a conquista definitivamente em 1147.





Santarém é hoje capital de Distrito, com cerca de 28 900 habitantes (32 000 na área urbana).

Desde 2002 que está integrada na região estatística (NUTS II) do Alentejo e na subregião estatística (NUTS III) da Lezíria do Tejo; até aí fazia parte da antiga região de Lisboa e Vale doTejo. Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo (hoje porém sem qualquer significado político-administrativo), da qual era capital.



É também sede de um município com 558,29 km² de área e 63 563 habitantes (2001), subdividido em 28 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Porto de Mós, Alcanena e Torres Novas, a leste pela Golegã e pela Chamusca, a sueste por Alpiarça Almeirim, a sul pelo Cartaxo, a sudoeste pela Azambuja e a oeste por Rio Maior.

No turismo destacam-se:
INFORMAÇÃO GERAL


Do Jardim das Portas do Sol, construído no local de um antigo castelo mourisco e com os seus jardins rodeados pelas velhas muralhas medievais da cidade, a vista sobre o rio Tejo e sobre a vasta lezíria poderia muito bem constituir um emblema desta agradável capital distrital do Ribatejo.

Outro símbolo da cidade são os campinos, com as suas roupas típicas e coloridas que se reunem aqui, em especial, durante a temporada das touradas ou em Junho, quando Santarém recebe a maior feira agrícola do país.

Neste mesmo terreno da conhecida feira existem restaurantes onde também se pode provar, durante todo o ano, algumas das especialidades gastronómicas do Ribatejo, região famosa pela criação de touros e cavalos.

A cidade tem razão para se orgulhar do seu passado: foi um importante centro durante a ocupação dos romanos, foi eleita como praça-forte pelos mouros e, mais tarde, foi escolhida pelos reis de Portugal para muitas reuniões das Cortes.

Na parte velha da cidade pode visitar-se a Igreja do Seminário, de estilo barroco e construída em 1640, com um tecto de madeira pintado e decorações de mármore e ouro; ou a Igreja da Graça, do século XIV e com uma maravilhosa janela esculpida de uma única peça, que contém a pedra tumular de Pedro Álvares Cabral, o navegador que descobriu o Brasil.

O Museu Arqueológico é bastante interessante, com muitas peças dos períodos romano e mourisco e com o túmulo, elaboradamente esculpido, de Duarte de Meneses, um heróico governador de Portugal em Marrocos, que se diz conter o que pôde ser salvo após a sua morte violenta às mãos dos árabes: um único dente.

Fragmentos históricos obtidos através de consultas ao site da CMS.